Onde vão os produtos de Marília (8 de agosto de 1973)
Não é preciso que a gente tenha nascido em Marília, para mariliense autêntico ser, para gosta da cidade. --:-- Contou-me meu amigo Hilario Tosoni, que tendo visitado Porto Velho pela primeira vez, lá só viu macarrão da marca “Marilan” e balas “Ailiram”. E que ficou muito satisfeito. --:-- Certa feita, encontrava-me no Recife, em Bela Vista. Entrei numa farmácia do centro, para adquirir analgésico. O estabelecimento, além de sua venda natural de medicamentos e drogas, apresentava outros dois ramos de negócio: tinha uma bomboniere e uma banca de jogo-do-bicho, que lá é livre e “corre” duas ou três vezes por dia. Uma garotinha aproximou-se do balcão da bomboniere e pediu cinquenta centavos de “balas de São Paulo”. A balconista, sorridente, explicou que todas balas “eram de São Paulo”. Mas a menina apontou um dos vidros-recepientes e disse: “dessa ai”. Eram balas “Ailiram”. --:-- Topei, no sertão da Bahia, um Volks de Marília. Quem o dirigia era um n...