Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Aniz Badra

O cavalo vai negar o estribo (06 de junho de 1974)

Após o chamado período de democratização do país, a maioria das cidades brasileiras realizou até aqui séte eleições para a formação de suas Câmaras de Vereadores. A primeira legislatura foi de 48 a 51 e a sétima enfixa o período de de 73 a 76. Votei essas séte vezes. Uma vez em Nelson Carvalho, duas vezes em Aniz Badra, duas em Rangel Pietraróia e uma em Guimarães Toni. --:-- Esses cinco nomes, que eu participei de suas eleiçõe à Câmara Municipal de Marília, corresponderam integralmente ao que dos mesmos esperava e esperei. --:-- No último pleito, em 1972, tinha intenções de votar em Camarinha e não o fiz. Votei em outro nome, que acabou sendo eleito com expressiva contagem de votos. Tive a suficiente lealdade, certa feita, de dizer pessoalmente ao Dr. Camarinha, que pretendia votar no mesmo e não fiz. Expliquei os motivos, que classifiquei como consequência de uma “identidade de consumação de um ideal”. Camarinha soube entender, assimilar e ...

Candidatos, dois (30 de abril de 1974)

Continuo à cavaleiro da situação para emitir conceitos sobre a necessidade de eleição de um deputado mariliense. Antes da Câmara, antes da coesão das forças vigentes do município, a referida bandeira já era levantada por esta mesma coluna, que, na ocasião, antes de ser batisada com o nome de “De Antena e Binóculo”, tinha a denominação de “Mensagem do Observatório”. Isto em 1946, após a queda de Getúlio e no início do chamado período de redemocratização do Brasil. --:-- Acredito daqui ter saído uma parcela, pequena que seja, mas que acabou elegendo Fernando Mauro, Diogo Nomura e Aniz Badra. --:-- Tenho batido no mesmo prego vezes inúmeras. E continuarei a fazê-lo. --:-- Abordo hoje, em questão mesma, dois nomes de cidadãos marilienses, com respeito ainda ao “descobrimento” de um elemento que possa vir a representar o candidato único da Arena mariliense. --:-- Felipe, primeiro. Teve seu nome focalizado. Encontrou ressonância de certa forma expr...

O negócio é ir à montanha (27 de abril de 1974)

“Já que a montanha não vem a Maomé, Maomé vai à montanha”. Tempo, inexorável e místico, passando seguidamente. Segundos, minutos, horas, dias e noites, formando semanas, semanas que se transformam em meses, meses que somam anos. --:-- Política municipal, em termos de partido situacionista, no marco zero, fria como um “iceberg”, indefinida como uma equação algébrica. Pior, sem perspectivas animadoras, em que pese interesses confessos, de alguns dos muitos arenistas marilienses. --:-- Há puslianimidade no caso. Negá-lo é afirmar a existência da faca sem cabo e sem lâmina. Por certo, muitos estariam dispostos a entrar no páreo, faltando-lhes, provavelmente, convicção de penetração e permanência no seio do colegiado eleitoral. --:-- Então, vamos à montanha. Vamos a Brasília buscar o homem que tem condições, possibilidades, competência, gabarito e lastro político-eleitoral suficiente para ser deputado estadual por nossa cidade. Busquemos o mar...

O candidato impacto (8 de dezembro de 1973)

Não é um sintoma. É o fruto, a consciência, a decorrência, o resultado. Teria que ser mesmo assim. Em 1947, levantei pela primeira vez na história de Marília, a campanha pró eleição de um deputado mariliense. Antes da coesão, compreensão, união, assimilação, aceitação, acatamento ou acolhimento da Câmara Municipal. E das forças vivas de Marília. E das forças políticas. --:-- Fernando Mauro, Diogo Nomura, Aniz Badra. Foram deputados marilienses. Quiça, de meu ideal, tinha sido acionada alguma pequena parcela de contribuição para isso. Se, de minha despretenciosa colaboração, algo de positivo reundou, feliz me considero. --:-- Anos passando. Eu continuando na mesma trincheira, batendo no mesmo prego: candidatos marilienses. Clarinando o eleitorado, qual o corneteiro do quartel, que faz soar o toque da alvorada do novo dia. Alertando para que se vote em gente nossa, para que se não vote em forasteiros, aventureiros, alienigenas, falsos amigo...