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O negócio é ir à montanha (27 de abril de 1974)

“Já que a montanha não vem a Maomé, Maomé vai à montanha”. Tempo, inexorável e místico, passando seguidamente. Segundos, minutos, horas, dias e noites, formando semanas, semanas que se transformam em meses, meses que somam anos. --:-- Política municipal, em termos de partido situacionista, no marco zero, fria como um “iceberg”, indefinida como uma equação algébrica. Pior, sem perspectivas animadoras, em que pese interesses confessos, de alguns dos muitos arenistas marilienses. --:-- Há puslianimidade no caso. Negá-lo é afirmar a existência da faca sem cabo e sem lâmina. Por certo, muitos estariam dispostos a entrar no páreo, faltando-lhes, provavelmente, convicção de penetração e permanência no seio do colegiado eleitoral. --:-- Então, vamos à montanha. Vamos a Brasília buscar o homem que tem condições, possibilidades, competência, gabarito e lastro político-eleitoral suficiente para ser deputado estadual por nossa cidade. Busquemos o mar...