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Viagem aos Pampas (V) (5 de dezembro de 1973)

Enquanto permanecia observando os nomes das placas dos caminhões, um gaucho de mim aproximou-se. Mediu-me dos pés à cabeça e perguntou, apontando para um “mercedão” estacionado, com placa de uma cidade de Santa Catarina: “É teu este aí ? ”. Respondi que não, que o “meu” éra outro, apontando para o Scânia com placa de Marília. O gaucho encarou-me novamente e voltou a indagar: “Mas não (é) o teu este ? ”, reapontando o “mercedão”. Neguei novamente. E o homem, visivelmente “bronqueado”, apontou para um letreiro na longarina trazeira do “Mercedes”, esbravejando: - “Isto é coisa que se escreve ? ”. Foi aí que observei o letreiro e tive que fazer força para não rir. Na trazeira do caminhão catarinense, estava escrita a seguinte “gozação” aos gauchos: “Abre teu ôlho, tchê”. --:-- Às 6 horas passávamos por Joinville, cidade de 125 mil habitantes, 500 indústrias e milhares de bicicletas. A predominância da imigração alemã nota-se logo. As residências, em maioria, apresen...