JUREMA, ordinário… marche! (04 de setembro de 1974)
Quando da época de pré-eleição municipal passada, uma circunstância surgida nas hostes doutrinárias locais, acabou provocando uma guinada de 90 graus nos rumos da política mariliense. Felipe Elias Miguel, na época havia sido apontado em convenção arenista como candidato à Prefeitura, em substituição a Octávio Barretto Prado. Sua meta básica, independente de plataforma política e de trabalho, firmara-se num “zenith” de renovação de nomes e valores. Uma espécie de tentativa de transformação dos homens políticos atuantes, desmontando-os do cavalo, para entregar a sela a elementos mais jovens e mais entusiastas. --:-- Cedendo seu lugar a Pedro Sola, este acabou por merecer a maioria da preferência popular, tendo sido eleito prefeito municipal de Marília. Não resta dúvida de que Felipe conseguiu fazer vingar, de certa forma, um quinhão do idealismo dessa luta de renovação. Tanto isso é verdade que o mesmo espírito voltou a configurar-se mais tarde, com a eleição ...