Coisas loucas ou de loucos (17 de março de 1977)
Não, se não trata de coisas de pescadores hoje. Sim, de loucos, ou de coisas loucas. Mas coisas de loucos que não são desvariados, nem desmiolados, nem desequilibrados, nem loucos mesmo. É isso aí. O Dr. Badra, no passado, quando se referia a um fato impressionante, notório, extravagante ou diferente, não titubiava em afirmar: - É uma coisa de louco! --:-- Quando um grupo de homens está reunido por acaso numa esquina, ou na frente de um bar, ou defronte um banco, palestrando despreocupadamente e passa uma moça, ou uma mulher, bonita, atraente, bem vestida, de corpo bem feito, podem estar certo de que um deles se referirá à mesma dizendo aos outros: - Veja que coisa louca! --:-- Meu amigo Anselmo (Scarano) , aquí do jornal, é dotado de um espírito incomum de improvisações alegres e autêntico “expert” em pregar peças. Certa feita, um cidadão passou a assediá-lo, tentando convencê-lo a comprar um sítio. O Anselmo foi “cozinhando” o outro, le...