The monkey is right (12 de fevereiro de 1977)
Certa noite, num bar central, um cidadão aproximara-se de mim, iniciando uma conversa, depois de ter-me formulado uma determinada pergunta. E isso foi o início de uma palestra. A não ser de vista, não conhecia o referido senhor. Nem sabia sua profissão, ou onde trabalhava o mesmo. Ele próprio havia declinado o seu labor: funcionário municipal. --:-- Naquela ocasião, já se conhecia o resultado do pleito (recente) de 15 de novembro e Pedro Sola ainda estava a frente da administração municipal. Depois de alguns copos de cerveja gelada – fazia muito calor – o meu amigo “voluntário” principiou a botar as manguinhas de fora: confessou que não gostava de Pedro Sola. --:-- Dei corda ao visitante e deixei-o falar. E o homem começou a desenrolar uma linhada de baboseiras, que causou até dó. Falou de muito gente, citou nomes. No decorrer da conversa, percebia, em suas alusões, que o mesmo referia-se com predileção a algumas pessoas já de certo modo “manjada...