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Noticiazinhas (08 de junho de 1974)

Tem muita gente por ai “braba” com os baurenses, pela “torcida” dos mesmos, quando do jogo entre MAC e Botafogo de Ribeirão Preto, ocorrido em Marília, na tarde de quarta-feira última. Mais do que isso, pelas comemorações que a gente de Bauru realizou, com festas e passeatas e inclusivo com o “enterro simbólico” do Marília Atlético Clube. São coisas do futebol, manifestações perfeitamente normais, que decorrem das alegrias e tristezas que o esporte-rei proporciona. Quem poderia garantir que, em caso contrário, na hipótese de ter vencido o MAC, os marilienses não teriam da mesma fórma, realizado o “enterro” do E. C. Noroeste? --:-- Bomba junina explodia noite de ante-ontem no plenário da Câmara Municipal. Se não trata de ato subversivo, mas sim de ato de alguma pessoa sem responsabilidade. Os efeitos após foram mais altos do que as consequências do ocorrido. Tenho criticado a Câmara pelo comportamento de alguns de seus vereadores em funções legislativas. ...

80 quilômetros horários (21 de janeiro de 1977)

Certa feita, não há muito, viajava eu para o sul do país (*) e fiquei com a atenção despertada, por algumas placas sinalizadoras de trânsito, até então não vistas por aqui. No Estado de Santa Catarina e mesmo em certa parte do Rio Grande do Sul, de vez em quando viam-se placas com os dizeres “velocidade controlada por radar”. --:-- De início associei a ideia dos aparelhos de radar, de aeroportos e navios e por razões esta estranhei que não se visse torres específicas, ao longo do trajeto. Nem mesmo nas imediações dos pontos da polícia rodoviária. Fiquei pensando que possivelmente o sistema de radar estivesse em implantação e que se tivesse antecipado, por qualquer razão, a colocação das placas. Isso raciocinei, por entender que tais avisos, de cunho oficial, não poderiam ser “de mentirinha”. --:-- Na ocasião, ainda não havia entrado em vigor o limite de velocidade máxima de 80 quilômetros, tal como ocorre hoje em dia. Apenas que nem todos respeitam essa...