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Votemos pró Marília (15 de outubro de 1974)

Faltam dois meses e meio para o término deste ano da graça de mil novecentos e setenta e quatro. O relógio não para, os dias caminham apressadamente, devorando semanas e engolindo meses seguidos. O tempo, inexorável e místico, acobertando a incerteza do porvir, vai andando sempre, deixando para traz os fatos, os exemplos bons e maus das criaturas humanas. --:-- Falta exatamente um mês para que o eleitorado compareça às urnas, a fim de, no exercício do voto livre e independente, eleger os deputados estaduais e federais e decidir também quanto a uma vaga no Senado Federal. --:-- É chegado o momento que está a exigir um exame de consciência. É chegado o momento do leitor fazer valer seu direito, votando livremente, sem influenciar-se ou deixar-se influenciar por pedidos de amigos, por promessas de empregos ou vantagens. --:-- É urgida a necessidade de pensar-se em Marília, em termos de Marília, em amor sincero pela cidade que nos dá condições de vida, que no...

Faca sem cabo e sem lâmina (24 de abril de 1974)

Não existe, mesmo, uma faca sem cabo e sem lâmina. Como igualmente se não póde admitir a existência de um guarda-chuva sem cabo, sem pano e sem varêtas. Nem um colete com mangas. --:-- As expressões acima servem para afirmar, em têrmos de ironização, a existência de um fato que por sua própria natureza deveria ser concreto. --:-- Aproximamo-nos já do final do quarto mês do ano. Em novembro próximo teremos a realização das eleições para a deputação estadual e federal. Mas até agora Inês é morta. --:-- Em se falando sobre a circunstância de coesão de unidade política em Marília não se pode configurar a hernenêutica necessária e reclamada com insistência pelos próprios interesses do município e dos municípes. Nesse particular, nós, marilienses, sabemos que de fato existe a faca sem cabo e sem lâmina. E o guarda-chuva sem cabo, sem pano e sem vâretas. E o colête sem mangas. --:-- Meu amigo Sebastião Mônaco, detentor de um caráter de h...

Falta-nos liderança (15 de dezembro de 1973)

Respeito muito meu amigo Sebastião Mônaco. Considero-o um moço distintíssimo, sensível, acessível, inteligente e de fino e fácil trato. Conheci-o pela vez primeira, em fins de 1945, ao final da II Grande Guerra Mundial. Mônaco tinha seu escritório na rua São Luiz. Um de meus manos estudava contabilidade e trabalhava com Mônaco e foi por intermédio dele que conheci o advogado-contabilista. --:-- Mais tarde, Mônaco transferiu o escritório para rua Prudente de Moraes. Alí, passei a ter maiores contactos com Mônaco, inclusive prestando-lhe esporadicamente alguns serviços relacionados com a profissão. --:-- Mônaco vereador, foi um legislador e político de alto gabarito. Seus requerimentos, indicações e projetos de lei, sempre foram ricamente fundamentados em fatos e razões. Sua voz só se fazia ouvir na Câmara, para a emissão de conceitos razoáveis, com profundo conhecimento de causas. --:-- Juntamente com Sebastião Mônaco, participei da luta de então, pró...

Candidatos, outros (11 de dezembro de 1973)

Não procede, o pensamento generalizado ou o entender isolado, de que em Marília não existam pessoas, reunidoras das capacidades totais, para o desempenho do cargo e do encargo de um lídimo deputado de nossa cidade. --:-- Arduino Luiz Dal Pian, é um deles. Mas existem outros. Por exemplo: --:-- O mariliense José Bernardino Scarabôtolo. Advogado, professor, honesto, honrrado, probo, integro, de lhano trato, de conduta insuspeitíssima. Jovem, dinâmico, mariliense nato. --:-- José Lorenzetti. Uma inteligência, oculta pela simplicidade. Industrial de larga visão. Mariliense por adoção. Homem conhecido, respeitado e estimado. Digno e competente. Detentor de comprovado amor pelas causas marilienses. --:-- Sebastião Mônaco, mariliense antigo. Um dos primeiros contadores da cidade. Advogado. Presidente do Diretório Municipal da Arena. Ex-vereador, que foi objetivo, trabalhando sem demagogia. Simples, humano, sensível. Mariliense autêntico. Cid...