Deus fez o mundo em seis dias. No sétimo, descansou, após concluída a grande tarefa. Hoje é domingo, dia de descanso. Para a maioria. Há os que não descansam, que estão no batente, por questões obvias e atinentes de deveres próprios. A maioria, não. A maioria não agarra hoje. Não trampa, como dizem os giriomaniacos. Mas há uma outra maioria. Essa, a que consegue descansar de segunda a domingo, de janeiro a dezembro, ininterruptamente. Esse só engana que trabalha. E que, indiscutivelmente, vive melhor, bem melhor, do que os que trabalham no duro, de sol a sol, de segunda a domingo, de janeiro a dezembro. Como é dia descanso, coluna descansa do rotineiro, de sua linha habitual, de sua conduta normal. Nada de citar-se as altas de preços, as elevações do custo da gasolina. Nada de comentar as teorias do Ministro Delfim Neto, sua numerologia equacional, aquela que sem solução equacionatória para o zé povinho. Zé povinho vai assistir futebol hoje. Santos e Mengo, doi...